O que aconteceu
A Meta investiu/adquiriu participação na Manus AI, uma plataforma de agentes que vai além do chat: executa tarefas via máquinas virtuais, faz pesquisas e gera entregáveis concretos (como apresentações em PPT).
Por que isso importa
Agentes com execução real (VMs) ampliam a automação para além da conversa. Em vez de apenas sugerir, o agente faz:
- Pesquisa e compila informações
- Gera assets (documentos, apresentações, relatórios)
- Executa rotinas operacionais repetitivas
- Interage com sistemas e APIs
Tip
Avalie casos de uso: pesquisa, geração de assets e rotinas operacionais repetitivas são os primeiros candidatos para agentes com execução real.
Guardrails são essenciais
Com agentes executando ações reais, os riscos aumentam proporcionalmente:
- Permissões — o que o agente pode e não pode fazer
- Revisão humana — checkpoints antes de ações irreversíveis
- Limites — teto de custo, tempo e escopo para tarefas críticas
Warning
Defina guardrails claros: permissões, revisão humana e limites para tarefas críticas. Agente autônomo sem controle é risco, não inovação.
O que esperar
Com o aporte da Meta, a Manus AI ganha escala e maturidade. A tendência é que agentes com execução real se tornem mainstream em 2026, mudando a forma como empresas automatizam processos.
Publicado originalmente no LinkedIn.